domingo, 1 de abril de 2007

Um, dois, tres, dezessete.

Um dia (in)comum, eu estava, finalmente, voltando para minha casa, a de Itajaí, onde morei minha vida inteira. O Ônibus chegou cedo, e a viagem foi curta pra mim, que durmi a maior parte, mas não impediu-me de notar fatos destacáveis, inicialmente, antes de embarcar, fui à lanchonete Casa do pão de queijo, tomar uma Coca (Não acompanhado do pão de queijo), e quando pedi, o atendente me trouxe uma coca, bem, não tão gelada. Como perguntar não ofende, indaguei-o-o à respeito da existência de uma Coca de temperatura mais favorável à minha necessidade, e em alguns instantes, estava eu, serido de uma nova Coca, desta vez, estúpidamente gelada. Isso me faz pensar, por que não me serviram a gelada, e deixaram a quente gelar para servir à outro? Seria pelo simples prazer de não fazer bem às pessoas?
Mas tudo bem, saciei minha cede, e embarquei, e acordei em Curitiba (2/3 da viagem andados) para um lanchinho. Comi rápido meu Pão-de-queijo, e vi-me com tempo de sobra para refletir as coisas da vida, que são muitas, para as poucas respostas que temos, e algo me veio à cabeça, o que acontece à 3000 pés de altura? Não sei a resposta, mas posso presumir, talvaz, meu coração acelerasse um pouco, passasse a ter uma sensação diferente no corpo, como se algo devesse toca-lo, mas não estivesse ali, os olhos correm de lado a lado procurando o abrigo, mas nada encontram, eiste abrigo? (Metafórico)
Seguindo viagem, logo após uma parada em Joinvile, o motorista indaga os passageiros: Alguém vai descer em Barra velha ou Piçarras (e penha? isso me fez lembrar de um irmão de lá)? E o melhor foi o sotaque tão familiar que eu não escutava à duas semanas: "Eu vou descer em Piçaraxxxxxx", isso me fez chorar e rir por dentro, eu sentia, estaa perto de casa. Logo o terreno me parecia mais familiar, comecei a identificar as colinas e barrancos, e as cercas, mas ainda não era Itajaí, eu me perguntava a cada nanosegundo, onde está Itajaí? Eis que então, surge a resposta, olhando para a minha esquerda, pelas janelas além do corredor, pude observar o sinal eminente, presente da Sorte/Deus/Mestre bonzinho, a identificação do território da "minha" (ex)cidade, uma pilha imensuravel de contêineres.
Chegando na rodoviária, percebi novamente se tratar de Itajaí, pois, onde mais, numa rodoviária, teriamos relógios com 5 minutos de diferença? Mas tudo bem, logo eu estaria em casa, e tão logo, iriamos ao Beto Carrero, comemorar minha volta! Em casa, assistimos por mais de 1h a shows do Pink Floyd em VCD, gravados por mim, assim que cheguei, dormi um pouco, e fomos ao João Carneiro.
Uma visita normal, iniciamos indo 3 vezes ao Barco Pirata, muito gostoso, demos umas voltas, fomos eu e meu Irmão à Montanha Russa (no Brasil?), duas vezes, andamos por alguns outros brinquedos, assistimos um show, e voltamos para o que seria a real atração do dia, o Barco Pirata. Após 11 idas consecutivas, eu assumi o papel da moça que diz "Pessoal, em caso de qualquer complicação, cruzem os braços; permaneçam sentados; ergam os braços pra mim por favor." E termina com um sinal de "positivo" para a comandante. Depois andamos mais duas vezes antes do meu Irmão parar de raciocinar, e necessitar um descanso. Bebemos algo, e fomo para a saidera, eu e meu pai.

4 comentários:

Unknown disse...

ivooo
vc esta aki em itajai ainda?

aki red

Anônimo disse...

HuahUAHauHAUSHuahUAHuh


cara que animal ^^

noosssaaaa velho conseguiu sair em SP e nao se perder o.o

que animal

Mafê Probst disse...

Ivo na terra de gigantes!!!
muito bom =)))

vai ficar em itajaí até quando?
beijo beijo

Anônimo disse...

http://shinspiegel.blogspot.com/

entra lá para saber as ultimas da aventura, vou começar a postar toda segunda um resumo do que aconteceu na aventura