sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Procurando Forrester - Texto
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Natal Bacana
E que show, fenomenal, fantástico, liberou mais adrenalina que a ida há Big Tower, muito mais, recomendarei sempre. Mas, meu segundo arrependimento, não ter tomado a iniciativa de ir lá pedir para que escolhecem minha mãe para dar a volta com o piloto profissional, e assim realizarem o sonho dela. Não cometerei este erro novamente. E foi o único arrependimento que não passou.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Cura ou Adia?
Sexta feira já voltara a falar com minha colega de trabalho, aquela qual havíamos brigado. Foi simples, ninguém conversou, ninguém se desculpou, ninguém resolveu. Só ficamos sem nos falar, e aos poucos, um foi facilitando pro outro. E pronto, voltamos a nos falar. Pura ação do tempo.
Agora, será que o tempo realmente "cura", no sentido de resolver, as coisas? Será que a mágoa que existia não foi só acumulada em um canto mais remoto da alma, aguardando a próxima chance de reerguer-se maior, num futuro por vir?
Gostaria de escrever mais agora, e refletir sobre isso, mas meu tempo se esgota com meu intervalo de trabalho, devo partir, mas o pensamento irá para um canto remoto da alma, para reflexão posterior, se não for esquecido.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Tá chegando o fim
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Mais um dia chato
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Novo Título e Reflexões
Ivo "Magna" Minikowski
Um site simples, com as histórias de um Adolescente (a)normal, que saiu de Itajaí, litoral catarinense, para estudar na USP, em São Paulo, capital.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Fim de semana e Música
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Onde mora a felicidade
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Poesia em 4 minutos
Havia uma criança no gramado
ela não chorava, nem sorria
estava triste, e a noite sombria
O que fez ela para estar nesse estado?
Parece estar no aguardo
como se tivesse um grande fardo
Mas o que esta noite fria rende?
O Sol nasce, e a paisagem surpreende
De cima pra baixo, a noite vai
o verde vem, e com ele outras cores
amarelo, vermelho, e azul também
o rosto não muda, mas a tristeza se esvai
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Felicidade Passada
Novamente, relendo tópicos antigos, pude perceber como as coisas mudam.
Gosto muito de comprações: Frodo é ferido no ombro pela lámina pálida do senhor dos Nazgul. Não importa o quanto ele repousasse, e se tratasse, a ferida não cicatrizava, e o ombro nunca mais será o mesmo. A vida também tem uma ferida, que quando aberta, jamais cicatriza, e nunca para de doer: A Inocência.
Como era alegre a vida, e mesmo eu estando triste (Não Infeliz, Triste), eu ainda era feliz. Via a felicidade em todas as coisas, escrevia sobre ela, em maio de 2007, o tópico "O que é a felicidade", emocionei até o último fio de cabelo, cortado, ao ler como eu via as coisas.
Mas, a vida veio, e apunhalou-me o ombro.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Mais um dia
Que irônico, voltei a escrever neste maldito lugar justamente por ter tanto pra falar, desabafar, contar pra mim mesmo. E agora, mesmo tendo escrito nada, desabafado nada, chorado nada, não tenho pra falar, nada.
Queria entender, por que mesmo tendo tanto pra expressar, não posso encontrar palavras que descrevam o que precisa ser descrito. Será falha da língua, ou dos que criam a língua. Lendo o Senhor dos Anéis, é fácil perceber a necessidade dos elfos de conversarem com todas as coisas, o Mar, as árvores, animais. Eles podem porque querem, ou querem porque podem? Poderiam eles descreverem o que eu gostaria de descrever?
Mas, refletindo, percebo que não é só na tristeza que a falta de expressão vem, passo a pensar agora, seria a expressão um dom dado a poucos de nós? Poucos com o sangue dos elfos que a muito foram ao oeste? Tinha tanto para dizer em poesias, tantas escritas em minha mente, posso ler a cada uma com perfeição, deliciar-me com o agudo sabor da dor, mas não posso passa-la ao papel, a não ser com as lágrimas do fracasso. Mas de que adianta um papel borrado, e em branco?
Branco, não uma final, mas um começo, o branco pode se dividir em todas as cores, um papel branco pode ser usado para a escrita, e inúmeras outras, como dito num diálogo de magos, e como também é dito, destruir algo para entende-lo não é sábio. Sábio então seria aceitar algo que o coração sente correto, mas o corpo não? Pode o corpo discordar do coração? Posso eu discordar de mim mesmo? Acho que sim, isso é justamente o que faz de mim humano. Discordar do que é, mudar, e voltar a duvidar.
Interessante como nesses textos faço tantas perguntas, lembro-me quando comecei a escrever, havia apenas respostas. Não lembro se porque eu sabia mais, ou se porque meu botão de interrogação estava quebrado.
Queria poder escrever poemas que os outros se identificassem com eles. Me disseram que eu fazia isso, mas não consigo ver. Impressionante como escuto músicas que parecem terem sido escritas para mim, por alguém que me conhece melhor do que eu mesmo. Dizem que os homens são assim, identificam-se com o que vêem, parece verdade.
Queria agora, por poucos momentos, desligar-me da necessidade de entendimento, escrever coisas bobas, sobre uma vida alegre, pois a bobagem é alegre. Mas, ao ver como as coisas tendem a se destruírem, não sei se consigo. Por que se largamos algo, ele cai, e não espera, até que voltemos a pega-lo?
Vou tentar alguns versos agora, para me lembrar do meu sucesso ou fracasso, daqui a alguns anos, quando minha vida voltar, novamente, a este ponto, e eu leia o que escrevi em fracassos passados:
Havia no horizonte um brilho que iluminava a fronte
a grama verde reluzia mil pássaros e o Sol não sumia
dava um brilho vermelho ao monte e violeta ao mar
e por horas poderia ele olhar, não fossem as árvores o ocultar
deitado na grama vejo várias cores
o sol se vai e vem a noite densa
mesmo a luz não branca traz amores
por num arco-iris a paz que vença
Sabia que não veria tamanhã ilusão
Que a noite viria como sussego
apego-me com muito apego
e a relva poderia ser meu caixão
Mas não o tempe não, melhor ver o céu
que aos poucos escurece, e mais cores vejo
poderia delas tecer tamanho véu
para satisfazer tudo o que desejo
cobrir-me com a alegria
mesmo que a sombra venha
e que o dia não sorria
pra manter a chama basta lenha
que é facil de achar, não como um sorriso
lembro-me de te-lo ao ver nas árvores, guizo
o som doce do mar, volta o meu desejo de viajar
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
100 Barcos
São só palavras teço, ensaio e cena
E há muito estou alheio e quem me entende
E você diz que tudo terminou
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Dia ainda belo
Eu vejo o mundo com nova beleza
ainda que eu caia na loucura
tua voz me devolve a ternura
e dentro de mim não fica tristeza
Ontem chovia, mas não me molhava
pensava num mundo sem um fim
e ninguém sofreria por mim
insatisfação a mente não grava
Mas por Deus, que diabos eu sentia
tenho em mim apenas nova emoção
meu peito está aberto e eu não via
Hoje já não há mais chuva lá fora
Então alegra pobre coração
Sinta em seu rosto o novo Sol de outrora.
