Uma história (i)rregular
Lembro-me como se fosse hoje, ou ontem, lá por meados de 2002, entreguei-lhe-a inteira, recém produzida, nova, brilhava como o Ouro de mil barras, bem, talvez não tanto, mas, esperava mais do que recebi. Um riso debochado, e uma frase épica: "...hehe...esse vai morrer rapidinho!". Acho que nunca ouve tamanho arrependimento, pois a história não se desenrolou como o curso natural do fatos ordenara.
Tempos passaram, e terras assim como ele, se foram para não voltar, mas a profecia, proferida pelo mestre, não se cumpria, e por anos incontáveis (de 2002 até hoje, logo, aprosimadamente 5 anos) a ironia do destino pregava pessas, mas ele estava apto para encarar a todas, a pergunta a ser feita agora, é: Estaria o destino, preparado para ele? E eis a resposta, da boca dele próprio, não, não diz ele, arrogante e egocêntrico, como o criador, e não menos merecido.
Estivera certo? Por muitas vezes, o destino realmente não estava, bem, à altura de seus feitos, duelos com seres de outros planos, touradas, brigas de taverna, danças ao luar em cima das calhas de casas, perseguições aéres, e terrestres, subterrâneos, e montanhas, florestas e pantanos, lagos e mares, deuses, e suas correntes; nada, absolutamente nada fez ao nível dele, e não é mais um simples camponês tocador de castanholas, mas sim, um mito, um herói, no coração de pelo menos um homem, e mais, uma constelação.
3 comentários:
Mentiras, mentiras, mentiras! O tal importante fez muito mais por sorte que por talento. Porém nada é pra sempre, um dia a máscara cai e ele estará no seu devido lugar.
Esta é uma infalível previsão do Mestre.
Enfim, é um marco na história, certamente o mais importante de toda a saga, pois foi o único a sobreviver a tantas aventuras, guerras, noites em tavernas, touradas e outras coisas igualmente absurdas. Um dia ganhará alguma árvore com seu nome como homenagem.
Juro que eu não entendi!
UHEIAUHEIUAH
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