"De Eros para Psiquê"
Estou devendo meu parecer sobre este livro, a um bom tempo. Muito mais do que considero justo, mas, visto minha situação, irei me perdoar, como acredito que o autor dele, fará o mesmo!
Este é um livro escrito por Rafael [dos] Reis, Filho de uma das minhas professoras de português, um "tio", e principalmente, um Amigo. Alguém que divide muitos pensamentos comigo, e sabe de fato, o que é o Amor, o que ele cria, e o que não, ou seja, nada.
Antes de terminar o texto, pedirei desculpas novamente, não pude terminar de ler o livro, estou na carta 42 (XLII). O motivo é simples, ele começou a me trazer lembranças, que não desejo agora, num momento delicado da minha vida. Mas, assim que um amigo que mexe com os mortos recobrar a internet, poderei esclarecer o que nubla minha mente, e então, terminarei as demais 58 cartas, com a mesma alegria que li as primeiras.
O livro tem um ar fantástico, de fazer a pessoa que lê, trazer a tona os sentimentos de outrora, faz florecer, com cada carta, o que poderia ter feito, o que não poderia ter feito, e o fato de que tudo foi como deveria ser. Não me sentia assim, desde minhas paixões adolescentes, algo que queima por dentro, e que não irá simplesmente apagar, alias, nunca irá se apagar, mesmo que diminua de intensidade, mas que, constrói o caráter do que sou hoje.
O livro é realmente de cartas, com uma liguagem poética, não exagerada. Gostoso de ler, e de fácil acesso. Sim, se você mora de baixo de uma ponte, opderás sentir o mesmo que eu, com o pouco que li.
Eu, Magna Ivo Minikowski, tenho como único fator de julgar algo pessoalmente, pelo sentimento, o "feeling" que isso me traz. Por isso, Gilmour sempre será o melhor guitarrista do universo. "De Eros para Psiquê" ganha um dez da minha parte pessoal por isso! Você lê o livro, e consegue facilmente, compreender o que o autor quer passar, e mais, você sente algo, que não necessariamente é o que o autor sentiu, mas, tu sentes!
Porém, isso é uma crítica, então, como crítico, devo citar aqui algo que como crítico eu criticaria, as cartas são bastantes "melosas". Sim, "mas é um livro de cartas de Amor", concordo, ainda assim, o Amor pode se esconder por traz deste doce, é mais fácil perceber ele, em tons de romantismo não exagerado. Um ponto crítico apenas.
Sobre a leitura, é gostosa, rápida, do tipo que você não deseja parar de ler, inclusive, mesmo começando a passar mal por dentro, ainda li 3 cartas. E terminarei, e ainda com certeza, relerei outras vezes!
Agora, sobre o que o autor escreveu, eu tenho uma dúvida, em "Novos Amantes", tu narras o fato de Eros e Psiquê estarem juntos, todavia, citas apenas o "como seria", eles realmente, digo, Realmente, estavam juntos em "novos amantes"?
Leitura obrigatória para apaixondos, romanticos, E curiosos.
Este é um livro escrito por Rafael [dos] Reis, Filho de uma das minhas professoras de português, um "tio", e principalmente, um Amigo. Alguém que divide muitos pensamentos comigo, e sabe de fato, o que é o Amor, o que ele cria, e o que não, ou seja, nada.
Antes de terminar o texto, pedirei desculpas novamente, não pude terminar de ler o livro, estou na carta 42 (XLII). O motivo é simples, ele começou a me trazer lembranças, que não desejo agora, num momento delicado da minha vida. Mas, assim que um amigo que mexe com os mortos recobrar a internet, poderei esclarecer o que nubla minha mente, e então, terminarei as demais 58 cartas, com a mesma alegria que li as primeiras.
O livro tem um ar fantástico, de fazer a pessoa que lê, trazer a tona os sentimentos de outrora, faz florecer, com cada carta, o que poderia ter feito, o que não poderia ter feito, e o fato de que tudo foi como deveria ser. Não me sentia assim, desde minhas paixões adolescentes, algo que queima por dentro, e que não irá simplesmente apagar, alias, nunca irá se apagar, mesmo que diminua de intensidade, mas que, constrói o caráter do que sou hoje.
O livro é realmente de cartas, com uma liguagem poética, não exagerada. Gostoso de ler, e de fácil acesso. Sim, se você mora de baixo de uma ponte, opderás sentir o mesmo que eu, com o pouco que li.
Eu, Magna Ivo Minikowski, tenho como único fator de julgar algo pessoalmente, pelo sentimento, o "feeling" que isso me traz. Por isso, Gilmour sempre será o melhor guitarrista do universo. "De Eros para Psiquê" ganha um dez da minha parte pessoal por isso! Você lê o livro, e consegue facilmente, compreender o que o autor quer passar, e mais, você sente algo, que não necessariamente é o que o autor sentiu, mas, tu sentes!
Porém, isso é uma crítica, então, como crítico, devo citar aqui algo que como crítico eu criticaria, as cartas são bastantes "melosas". Sim, "mas é um livro de cartas de Amor", concordo, ainda assim, o Amor pode se esconder por traz deste doce, é mais fácil perceber ele, em tons de romantismo não exagerado. Um ponto crítico apenas.
Sobre a leitura, é gostosa, rápida, do tipo que você não deseja parar de ler, inclusive, mesmo começando a passar mal por dentro, ainda li 3 cartas. E terminarei, e ainda com certeza, relerei outras vezes!
Agora, sobre o que o autor escreveu, eu tenho uma dúvida, em "Novos Amantes", tu narras o fato de Eros e Psiquê estarem juntos, todavia, citas apenas o "como seria", eles realmente, digo, Realmente, estavam juntos em "novos amantes"?
Leitura obrigatória para apaixondos, romanticos, E curiosos.

Um comentário:
Olá meu sobrinho...
Td bem com vc?!?
Pois bem, o que falar de sua crítica?
Em primeiro lugar, respondendo sua questão, Em "Novos Amantes" eles Realmente estão juntos, só que como o título sugere, este amor não é simplesmente terreno... Para quem conhece a história de Éros e Psiqué (mitologia grega) compreenderá que mesmo juntos em seu relacionamento eles sempre almejaram o estar junto, pois sempre acreditaram que a vida de um relacionamento persiste na busca constante do amor.
Quanto ao conteúdo de sua crítica, posso lhe assegurar que a sua foi a mais completa possível, expôs seu ponto de vista, criticou, elogiou, comentou... Agradeço de coração, mesmo sabendo que você não leu ele completo, e sei também o pq, fico satisfeito com suas palavras.
Não tenho mais palavras para expressar minha gratidão por suas...
Deixo-lhe meu muito obrigado pelos elogios, críticas e comentários...
Um grande abraço, deste que te admira...
Ass.: Rafael Reis (o autor, hehehe)
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